Informativo 30/09/2014

CELTA nO XXIV seminário da Anprotec
Em 22 de setembro, Tony Chierighini ministrou o minicurso “Como monitorar as empresas incubadas com eficácia”. Na ocasião, afirmou que as incubadoras – que estão na base do desenvolvimento regional em muitos lugares onde esses mecanismos existem e atuam – devem ter processos sólidos de acompanhamento das empresas, gerando valor para os empreendimentos apoiados. Daniele Prozczinski, do GO! Innovation, apresentou no dia 24, artigo de autoria dela e de Alexandre Steinbruch sobre os obstáculos à internacionalização de empresas inovadoras e o papel dos Ambientes de Inovação. O objetivo do artigo é apresentar alternativas de apoio que os Ambientes de Inovação podem oferecer em termos de serviços e suporte às empresas inovadoras de seu ecossistema, para que superem as barreiras internas e externas, obtendo maior sucesso na internacionalização. O Seminário foi realizado no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, em Belém do Pará, de 22 a 26 de setembro. Pela primeira vez na história dos eventos, estiveram presentes representantes de todas as unidades federativas do Brasil. No total, foram 927 inscritos. Com o tema “Fronteiras do empreendedorismo inovador: novas conexões para resultados”, a programação incluiu sete minicursos, cinco sessões plenárias e o Fórum Sebrae de Inovação. Foram apresentados 73 trabalhos em 12 sessões técnicas paralelas, uma pitch session e um fórum interativo. No dia 23, foi lançado o programa Painel de Controle, com o qual será possível saber, a partir de indicadores de qualidade e sustentabilidade, como está o andamento das empresas dentro da incubadora, em quais áreas estão tendo mais dificuldade etc. A princípio, apenas as incubadoras ligadas ao CERNE poderão se cadastrar. A próxima edição do evento será realizada em Cuiabá, Mato Grosso, de 19 a 23 de outubro de 2015. 

Especialista em economia criativa ministra workshop no CELTA
De 02 a 04 de outubro, a Enfants Creative organiza o workshop “Economia Criativa e Colaborativa”, que será ministrado no auditório do CELTA por Lala Deheinzelin, especialista em Economia Criativa e pioneira nesta área no país. Lala defende a ideia de que o melhor caminho para a sociedade atual é apostar na geração de riqueza a partir de cultura, criatividade, relações e experiências, diferentemente do que ocorre na economia tradicional, em que a produção vem de recursos tangíveis e esgotáveis. Na prática, ela demonstra que, através da incorporação de elementos culturais e criativos ao negócio e às comunidades, é possível fazer gerar valor de maneira mais eficiente e sustentável. Hoje, a Economia Criativa cresce 14% ao ano e movimenta quase US$600 bilhões em todo o mundo. As inscrições para o workshop estão abertas até o dia 01 de outubro, em curso.exib.me, e a Enfants está disponibilizando 10 ingressos para os primeiros colaboradores de empresas incubadas e graduadas do CELTA que enviarem um e-mail para cursos@exib.me.

Nanovetores em reportagem da Tval
A TVAL, da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, transmitiu no dia 25 de setembro, uma reportagem sobre a indústria da moda e a tendência do consumidor, em que a incubada Nanovetores é mostrada como um exemplo de empresa que desenvolve tecnologia para o setor têxtil. A diretora da empresa, Betina Ramos, falou sobre o case da Nanovetores que, em parceria com a Malwee, foi pioneiro no Brasil no desenvolvimento de tecidos funcionais. A linha fitness da Malwee possui peças com propriedades hidratantes. Os nano funcionais têxteis da Nanovetores podem proporcionar hidratação, sensações (calor, frio, bem-estar), tratamento contra celulite, propriedades calmantes, além de auxiliar contra dores musculares e no tratamento de hematomas. Assista à reportagem em http://bit.ly/nanovetores. A Nanovetores é citada a partir do minuto 11:34.

Protocolo 21/11 do Confaz é declarado inconstitucional
O Escritório Guimarães e Santiago informa que, por unanimidade, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) declarou a inconstitucionalidade do Protocolo 21/11 do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), pelo qual alguns estados passaram a exigir o ICMS nas operações interestaduais que destinavam mercadoria ou bem ao consumidor final. Uma das justificativas apresentadas pelos Ministros do STF foi que o protocolo não é meio hábil para alteração da legislação tributária, e ao determinar uma parcela do imposto para o estado de destino, o protocolo teria instituído uma modalidade de substituição tributária sem previsão legal. A declaração de inconstitucionalidade produzirá efeitos a partir de fevereiro de 2014, data em que o protocolo havia sido suspenso por meio de liminar. Para obter mais informações, a Guimarães e Santiago encontra-se à disposição.